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24 September 2024

MST invade terras da Suzano no sul da bahia; confira

Companhia reiterou que cumpre integralmente as legislações ambientais e trabalhistas aplicáveis às áreas em que mantém atividades

Um grupo de 1.500 militantes do Movimento dos Sem Terra (MST) invadiu áreas da Suzano, empresa que atua no segmento de papel e celulose localizada no extremo-sul da Bahia, na madrugada desta segunda-feira (27).

Segundo a página a Voz do Movimento, os membros ocuparam três áreas da empresa próximas aos municípios de Teixeira de Freitas, Mucuri e Caravelas.

Em nota, a Suzano confirmou a invasão e que cumpre integralmente as legislações ambientais e trabalhistas aplicáveis às áreas em que mantém atividades.

Além disso, a empresa informou que tomará as medidas cabíveis para obter a reintegração da posse da área, uma vez que não reconhece a legalidade dessas invasões.

 

Confira:

 

“A empresa confirma que duas áreas de sua propriedade, localizadas nos municípios de Mucuri e Teixeira de Freitas, foram ocupadas pelo MST – Movimento Sem Terra nesta segunda-feira (27/2). Diante do fato, a companhia reitera que cumpre integralmente as legislações ambientais e trabalhistas aplicáveis às áreas em que mantém atividades, tendo como premissas em suas operações o desenvolvimento sustentável e a geração de valor e renda.

 

Especificamente no sul da Bahia, a empresa gera aproximadamente 7.000 mil empregos diretos, mais de 20.000 postos de trabalho indiretos e beneficia cerca de 37.000 pessoas pelo efeito renda, conforme metodologia adotada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pela Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ).

 

Além disso, por meio de seus projetos sociais, programas e iniciativas na região, a empresa alcançou mais de 52.000 participantes diretos e indiretos, em 82 comunidades e mais cinco sedes municipais, com um investimento de mais de R$ 10,3 milhões no ano de 2022.

 

A empresa reconhece a relevância da sua presença nas áreas onde atua e reforça seu compromisso por manter um diálogo aberto e transparente, de maneira amigável e equilibrada. Por fim, a Suzano informa que tomará as medidas cabíveis para obter a reintegração da posse da área, uma vez que não reconhece a legalidade dessas invasões”.